Perfil – Aguinaldo Silva

Amanhã, AGUINALDO SILVA estreia sua nova novela, “Fina Estampa”. O pernambucano de Carpina se lançou na TV em 1979 no seriado “Plantão de Polícia”. Dois anos mais tarde, assinou “Obrigado, doutor” e em 82, a minissérie “Lampião & Maria Bonita”. Antes de escrever sua primeira novela, “Partido Alto”, em 1984, o autor foi o responsável por “Bandidos da Falange” e “Padre Cícero”. O primeiro grande sucesso de Aguinaldo Silva viria em 1985, “Roque Santeiro”, que lhe garante o Troféu Imprensa e o prêmio da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte). Já em 1987, assina “O Outro”. E em 88, é co-autor de “Vale Tudo”, sucesso de Gilberto Braga.

O autor ganharia mais dois Troféus Imprensa em 89 e 92 por “Tieta” e “Pedra Sobre Pedra”, respectivamente. Também na década de 90, escreve as tramas “Fera Ferida”, “A Indomada”, “Meu Bem Querer” e “Suave Veneno”. Em 2001, volta à dramaturgia com “Porto dos Milagres”. E em 2004, ganha o seu quarto Troféu Imprensa por “Senhora do Destino” – a trama recebeu ainda os prêmios da revista ‘Contigo!’, o Troféu Internet e o Qualidade Brasil. Três anos depois, faz sucesso com “Duas Caras”; mas colecionou um enorme fracasso como supervisor de texto de “Tempos Modernos” (2010). Exerceu ainda a mesma função na novela “Laços de Sangue” da TV portuguesa.

O autor assinou também “Tenda dos Milagres”, “Riacho Doce”, “Cinquentinha”, “A Justiceira” e “Lara com Z”. O que pouca gente sabe é que a carreira de Aguinaldo começou enquanto ele trabalhava num cartório de Recife, escrevendo ‘Redenção para Job’, em 1960. Posteriormente, o autor trabalhou como jornalista em periódicos como ‘Última Hora’ e ‘O Globo’. Ele escreveu ainda outros 12 livros como ‘Cristo partido ao meio’, ’98 tiros de audiência’ e ‘Prendam Giovani Improtta’, além de ‘Lábios que beijei’ e ‘República dos assassinos’.

  • 21/08/2011
  • Administração

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