Perfil – Silvio de Abreu

Autor da atual trama das 19h da Globo, SILVIO DE ABREU é filho de um músico, Mozart de Abreu, com uma costureira, Ana Mestieri de Abreu. Formado em Cenografia pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo, no início da década de 60, Silvio Eduardo de Abreu nasceu em São Paulo em dezembro de 1942.

Antes de descobrir sua vocação para criar histórias, foi ator no teatro e subiu aos palcos com peças como ‘A ópera dos três vinténs’ e ‘Vereda da salvação’. Silvio trabalhou também como assistente de direção de Antônio Abujamra. Na TV, o futuro autor estreou como ator na extinta Excelsior em “O Grande Segredo”. Depois, ainda nos anos 60, participou de “Os Miseráveis”, na Band. A chegada à Globo ocorreu na novela “A Próxima Atração” (em 1970).

Já em 1977, estreia como autor no ‘remake’ de “Éramos Seis”, da Tupi, ao lado de Rubens Ewald Filho. O folhetim ganharia ‘remake’ pelo SBT em 1994 e lhe renderia, naquele ano, o ‘Troféu Imprensa’ e o prêmio da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte). Silvio, a propósito, ganhou ainda o ‘Oscar da TV brasileira’ com “Guerra dos Sexos” (1983), “A Próxima Vítima” (1995, onde ganha também o troféu da APCA), “Torre de Babel” (1998, venceu também o Prêmio Extra de TV) e “Belíssima” (2006, venceu ainda o Prêmio Contigo!).

Silvio de Abreu escreveu ainda “Pecado Rasgado”, “Plumas & Paetês” (substituindo Cassiano Gabus Mendes), “Jogo da Vida”, “Cambalacho” e “Sassaricando” (nos anos 80); “Rainha da Sucata”, “Boca do Lixo”, “Deus nos Acuda” (na década de 90); “As Filhas da Mãe” (nos anos 2000); e “Passione” (em 2010, que lhe rende mais um Prêmio Extra de TV, além do Seoul International Drama Awards), além do musical “Não Fuja da Raia”. Como supervisor de texto, fica responsável por “Vereda Tropical”, “Anjo Mau”, “Da Cor do Pecado”, “Eterna Magia” e “Beleza Pura”.

E no teatro, escreve ‘Não fuja da raia’, ‘Nas raias da loucura’, ‘Capital estrangeiro’ e ‘Caia na raia’. A parcela de ator também foi vista em filmes como ‘A marcha’. Ainda na sétima arte, é assistente de direção em ‘O marginal’, diretor de ‘Gente que transa’, e autor de ‘A árvore dos sexos’ e ‘Assim era a Atlântida’, todos nos anos 70.

  • 17/10/2012
  • Administração

Veja mais

Deixe seu comentário

  • Gustavo Ubiratan

    coitado do Raul!